8 de março de 2010

Foi um dilúvio.

Contando esta história, estaria fugindo em total  do assunto do meu blog, isso é o que me vem a cabeça mas na verdade não, pqe meu blog é para que eu possa fazer algo de legal na internete, algo construtivel então eu decidi que na verdade escrevo sobre TUDO.



Aconteceu neste sábado (6/03/2009), meu namorado e seu amigo que chamamos de Potoca mesmo seu nome não sendo este, vieram jogar bola aqui (morro da providencia), estava tudo normal e preparado o que iriamos fazer depois do jogo (ir ao shopping comprar minha mochila LINDA,MARAVILHOSAeVERDE, e ir ao cinema) rs, mas é, nada aconteceu..
De repente la mesmo na quadra que graças a Deus é fechada, o tempo começou a se fechar, o vento começou a ficar mais forte e cada vez mais, eu comecei a escutar os barulhos cada vez mais altos e frtes dos raios ou trovão, não sei qual é o que faz barulho e o que faz apenas a claridade, que seja, a claridade também estava cada vez em sequencias mais seguidas. Sei que de um pulo para o outro a água começou a cair, foi uma pancada de uma só vez e muitissimo forte, muita água começou a entrar na quadra que apesar de ter teto, eram furados e portas escancaradas para aquela água toda, estava me sentindo no apocalipse mal sabia eu que viria coisa pior, (adoro fazer você se sentir na história :D ).
Daí acabou o jogo, (mas é claro)  não tinha como jogar bola com a quadra mais parecendo uma piscina, e com um paraibinha que não parava de escorregar de um angulo da quadra a outro, como se adorasse a brincadeira e como se fosse uma criança que nunca tivesse tomado banho na chuva. Ta legal, a chuva foi amenizando e então seguimos nosso caminho até a casa da Tatalia para pegar minhas coisas, ja sabendo eu que não haveria mais shopping aquele sabado.
Lidos, belos e serelepes (adoro escrever isso rs) descemos a ladeira, foi ai então que chegamos a ladeira do livramento que mais parecia uma cachoeira de tanta água que descia ladeira a baixo.
Isso minha pessoa inocente não tinha olhado como estava o ''pé'' da ladeira ainda então ..
AAAAAAAAAAAAAAH isso era um absurdo! Naquele momento eu descobri o porque de nunca irmos a escola em dias chuvosos, pois era completamente impossivel de se atravessar naquele mar que tinha la em baixo! Era muita água, não tenho como descrever, era MUITA, MUITA água!
Minha reação? somente ri, foi o que eu mais fiz esse momento que marcou meu sabado, vou te contar uma coisa, como eu achei graça de mim nesse dia, nunca me imaginei naquela situação, mas para tudo tem a sua primeira vez e a minha foi este fim de semana.
Quando chegamos literalmente no ''chão'' (isto é, fora do morro, ou seja, no baixo, que significa fora do alto), eu ja não sabia o que fazer, pois subir em uma calçada não era mais a solução, até porque até as calçadas estavam inundadas, olhava para o André, olhada para o Potoca, olhava para toda aquela água e não sabia se queria eu, chorar ou ri demais como eu fiz até pegar o onibus. Em falar neste, estavamos nós três mosqueteiros a busca do próprio para irmos á Irajá, mas não tinha caminho algum seco ou menos molhado para que chegassemos ao ponto do buzão. Serio mesmo para todos os lados era ÁGUA e mais água, isto me deu uma leve impressão de que é quase impossivel faltar água no mundo!
André deu a ideia de irmos por um canto que lhe parecia menos inundado e Potoca descordou dando a ideia de atravessarmos no meio daquele MAR D'AGUA suja (apenas um detalhe) e seguirmos nosso caminho, mas é claro e obvio que eu fui contra a ideia brilhante do Potoca e fui junto com meu amor para o lado em que ele disse. E ai?
Bem feito para mim :D pois é o caminho estava totalmente sem saida alguma, a água estava ao joelho de quem fosse louco o suficiente para atravessar a rua daquele jeito.
E quem era louco o suficiente para isso? É, tenho mesmo que parar de pensar demais, pois bastou isso para sermos obrigados a adotar a ideia do Potoca.
Eu estava em crise e te falar a verdade não acreditava que eu teria que descer da calçada onde a água ja sobia meus pés para cair naquela piscina até meus joelhos d'agua limpissima para não dizer ao contrario. Te falar mais uma vez? Foi uma das coisas mais engraçadas nojentas e malucas que eu fiz. La fomos nós, os três mosqueteiros com água no joelho e rindo demais de está sendo obrigado a fazer aquilo ja pensando quando enfim chegariamos em casa e tomariamos um belo banho de água quente e usar bastante sabão depois bastante alcool para enfim dormir bem. Mas não, ainda estavamos lá nós três caminhando na chuva preparados ou não para vermos o pior, então vimos.
CARACA, talvez essa palavra possa espressar bem MUITO bem minha reação quando me deparei com aquilo, com toda sinceridade pela minha vida, NÃO TINHA UM ESPAÇO SECO, estava tudo completamente alagado, não havia como sair dali a não ser andando pela água suja mesmo, ou nadado como  a outra ideia maravilhosa do Potoca, mas calma, essa nós não aderimos, estavamos a ponto de virarmos loucos mas ainda não foi dessa vez, rs. Tinha muitos carros parados pela rua, teve um que passou que subiu água pacas, o negocio estava realmente feio, fazia até ondinhas, como eu ri neste dia. Tinha umas calçadas que eram grandes demais e nem mesma eu que moro por ali tinha ideia de onde estava pisando. Enfim depois de andar muito mesmo naquele mar, achamos um lugar onde o nosso buzão tinha que passar e estava daquele lado bem menos molhado, resolvemos ficar por ali um pouco, foi nessa hora que a baratinha subiu no pé do André que estava sem chinelo (tinha que contar rs). Ficamos um bom tempo por ali, eu me tremendo de frio, de nojo e de vontade de ir ao banheiro, enquanto o Potoca estava paralizado e estatalizado olhando para o navio nada lindo e nada maravilhoso que estava na nossa frente, com os olhos brilhando ele não calava a boca falando seus pensamentos, aqueles do tipo, muito dinheiro alguém para tá la dentro, ou, muito inteligente alguém para fazer um navio desse, ou aquelas mais bestas ainda, um dia eu vou ta ai, um dia isso vai ser meu, rs. O André? Como sempre mais responsavel (namorada sempre enche a bola do namorado) então, meu love olhava fixo para o lado de onde viria nossa ''salvação'' o buzão que nos tiraria dali. Fomos caminhando até mais proximo do ponto dele e bem proximo aparece a aparição (otima essa, se aparece é aparição) enfim, o buzão, estava bem ali, tão proximo, tão na nossa frente, tão perto ao ponto de não enxergar que os três mosqueteiros estavam ali a tempos e ja haviam passado por aquilo tudo e sem pena alguma, finge não nos ver e sai saindo. Minha reação? Não conseguia nem mais ter reação nenhuma deixei que os meninos fizessem por mim, e te falar mais uma vez, pelo Potoca o coitado do motorista que ja era um senhor e talvez de verdade não tinha nos visto, estaria até agora prezo la com o buzão virado e nochão, bem bonzinho meu amigo né? Pois é.
Dai chegamos ao ponto certo e la ficamos, ficamos, ficamos ......
Cheguei a encontrar uma conhecida minha que me viu e não falou comigo que com aquele tempo chuvoso, super frio e onde todo a praça mauá se encontrava alagada quase abaixo d'agua, la estava ela, usando uma mini, beeeem mini, coloca mini nisso, saia preta da HBS (preciso mesmo expressar detalhes para melhor imaginar, ou lembrar mesmo) e uma blusa daquelas tipo super coladas no corpo, era um ''bori'' (para quem não sabe o bori é como um maior de praia, mas não para usar na praia e não com aquele tipode tecido) então, um bori rosa 'tomara que caia', nos pés? Ela usava nada menos que uma linda sandalinha de salto fininho e alto, muito bonita que ela estava. Porque eu a descrevi e comentei dela aqui? Hora bolas, porque ela foi nada mais nada menos que a atração do momento ''o ponto de onibus'', sem falar que o Potoca coitado, ta encantado até agora, ou deve rs. Ta legal, nosso buzão chegou eu nem acreditava que era mesmo ele, mas graças a Deus era. Fomos em um de tinha arcondicionado fiquei receosa, pois estavamos completamentes molhados, mas não havia chance alguma de esperar por outro. No ônibus? Acredite se quizer até nele tivemos um capitulo, um não 3 rs. Para começar o estado que aquele onibus legal e confortavel estava, dei sorte e achei um lugar para sentar, me era curioso o porque de tantas pessoas de pé com lugares vagos, e me bastou 5 minutos sentada ali para cair um balde d'agua em mim e eu entender o motivo! Que lugar legal o que eu estava, não havia furo no teto do buzão, mas a água arrumava lugar para me seguir e me molhar, ou seja mesmo dentro do buzão eu ainda permanecia na água, me fiz de tanto ri quando escutei uma voz masculina que estava na mesma situação que eu, gritando:
- Alguém tem um guarda chuva ai para me emprestar? Ta chuvendo mais aqui dentro do que la fora!
Mas esse não era o unico motivo de bancos vazios e pessoas em pé, bastou eu olhar para o lado e conhecer o cantinho do vomito, cara que pedaço nojento, tive medo, eu passo mal quando ando de buzão e também ja fiz o que algumas pessoas fizeram ali. Ah, quero te contar também, eu sentada em uma poça d'agua, enquanto Potoca estava na escada na porta dos fundos (saída) do buzão e o meu love de pé apoiado na porta, esta que saiu se abrindo DO NADA quando parou em um ponto, foi mais uma para me fazer ri alto, se ele caisse de costas la fora e naquela água toda suja, eu matava o motorista hunf. Meu medo estava aumentando e eu resolvi ir o resto do caminho de olhos fechados e rezando, moral? Chegamos bem em casa e eu to viva e feliz, rindo dessa história e contando ela detalhada para vocÊs e para mim mesma ri quando voltar aqui a um tempo e reler..
Para fechar o sabado? Cheguei na casa do amor, com labios roxos de frio, tremula e dedos enrrugados. Ah! e o Potoca conseguiu tomar banho primeiro que eu, depois vimos filme ''o grande Dave'' se não me engano, esperamos umas 2 horas para uma pizza chegar e comemos vendo um show do belo que passava na TV, pizza de calabresa minha preferida, Potoca tava demais, implicava comigo a todo segundo, não perdia uma oportunidade, é por isso que eu gosto dele, rs, não consigo ter raiva. Ainda vimos ''o massacre da serra eletrica o inico'' meu mozinhou e eu, pois Potoca é um medroso e não quis ver rs.
Dormir junto com meu mozinhou depois de tudo isso? Não tem preço!

Viviane Magalhães.

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