17 de abril de 2010

Minha viajem para a Alemanha II

A chegada na Alemanha e os momentos lá.
Em um momento abri os olhos que ja estavam enchados de  tanto chorar, olhei para a janela e vi mato e mato. Paramos para comer, minha prima pagou algo para forrar meue stomago e cá entre nós se eu tivesse nocão de como é a comida da Alemanha eu teria comprado ali mesmo em São Paulo um mundo de biscoitos para me alimentar durante a viajem interira rs. Chegamso em Sampa, achei que demoraria mais, mas nem tanto, estavamos todos agazalhos dos pés a cabeça, eu chegava a usar uma toca verde é claro. Li uns gibis ainda lá, comprei mais um, troquei dinheiro com as amigas, dei mais um alô para a camera da Bombom e esperei mais um pouco para nossa chamada. Pegamos nossa passagem e fomos para uma outra sala esperar, animação? Não faltava isso no nosso grupo, fizemos festa no aeroporto, cantamos, choramos, quase dançamos, a anciedade era muita. Até que chegou a hora, fui caminhando para o avião grudada com a Ttalia, tirei foto até no corredorzinho de lá, olhei para minha passagem e sentei no meu lugar, com um certo medo de quem sentaria ao meu lado, foi nessa hora que chega minha prima e me pede licença, rs. Deus não é bom? Ja era mais que maravilhoso esla está no grupo e ainda mais por pura coincidencia fomos sentadas uma do lado da outra, quase chorei, mas não na frente dela né, não tava doida ainda. Fiquei lendo, fuxicando as coisas do avião e comendo chiclete, para não enjoar. Momento tenso? Nenhum, não senti nada demais quando o avião saiu do chão, normal e nem parece que estavamos tão alto, me emocionei sim, foi quando passamos por cima de fortaleza, tão rapido, deu uma vontade de descer ali mesmo e matar a saudade dos meus familiares. Tá, mas então ficamos muito tempo no avião cerca de 14 horas se não me engano, caraca eu vi amanhecer, entardecer e anoitecer, nada de chegarmos. Na hora do pouco eu enjoei, meus ouvidos taparam e eu quis vomitar mas nada saiu. Chegamos quando estava quase amanhecendo por lá, tipo umas 5 horas da manhã, o que seriaás 10 aqui pois são 5 horas de diferença. Comemos muito bem esse dia, um café da manhã perfeito, sempre eram assim os cafés da manhã de lá. Começava nossa jornada arrumar as coisas em nosso primeiro quarto, 1 hora de descanço que ja iriamos partir para a primeira apresentação. De noite la estavamos, que emoção, eu estava gelada demais, muito medo de errar de tudo, mas foi uma bela apresentação. A primeira aventura ja tinha começado no almoço desse mesmo dia, onde esperavamos uma carne e um feijão com arroz, e comemos dois bolinhos de chuva, então na janta ja estavamos fracos, depois de tanto viajar, comer so aquilo eu tava para desmaiar, quando olhei para meu prato do jantar e tinha um batatão com repolho e um molho feio e estranho. Ou meu, ta louco? Não ia conseguir comer aquilo nunca, mas tentei e na primeira quase mordida, vomitei, foi vergonhoso mas não deu, foi ai que uma anja veio e conversando e resolvendo daqui  de lá, acabamos jantando nesse dia muuita batata frita com franco. Que sonho realizado. Bom na nossa viajem tiveram muitos momentos maravilhosos, mais que maravilhosos de alta tensão, emoção, coração pela boca, mas também muitos triste, deprimentes e chatos. Não sei se consegurei me expressar como quero. Mas realmente não terá como contar como foi em si a viajem em relação a tudo pois foram duas semanas longas e eternas para cada um de lá.
Bom, vou te contar do momento das apresentações, iamos alegres, ja iamos cantando músicas brasileiras o caminho inteiro da viajem, eu não largava meu travisseirinho do avião que eu peguei e levei comigo, era meu melhor amigo na viajem, então, iamos com o coração na mão de nervoso e curiosidade de como seria o lugar e o publico e se conseguiriamos agradar é claro. E sempre conseguiamos. Era assim, minha mão suava e tremia, com certas músicas eu chorava mais que tocava, depois pediam bis, eu ficava toda alegre em tocar de novo, eu sambava que ela uma beleza nos sambas que levamos para lá. Fizemos mutas pessoas chorarem também, com todas as músicas, em uma apresentação na rua, em uma praça movimentada de lá, conheci uma moça que era Brasileira mas morava na Alemanha desde os 17 anos e parecia ter cerca de 30, ela chorava, sorria e sambava junto a mim, dizia está emocionadíssima, pois lembrava dos carnavais que ela passava aqui com amigos e que sumiram a muitos anos, ela cantava todas as nossas marchinhas, realmente conhecia tudo. Quando nós voltavamos para o albergue que estavamos ospedados este dia ficavamos comentando do dia inteiro, riamos abeça, depois falavamos da saudade dos familiares. Sabe, cada aluno marcou algo na viajem, seja de bom ou ruim, engraçado ou qualquer outra coisa.
Eu por exemplo, marquei por ser a mais doente de todas e mais manteiga, melancolica rs
a Liliane marcoi por ser uma das preguiçosas e não queria carregar mala, a Laina por ser a mais organizada de todas e mantinha nosso quarto perfrito sempre, a Tatalia, por ser o oposto, tanto que dormia na cama de cima da beliche rs, ela também sempre ficava comigo, no ônibus e tudo, a Louise era outra estilo Tatalia, bagunçava demais, so vivia na minha cama, ela era nossa caçula, so vivia caindo e falava alto demais, a Mayara, ah preciso mesmo falar? Todos dizem de uma só boca, ela é a nossa preta, quem animou a viajem nos fez sorrir, era a pequetita que se apaixonou pelo pequetito que o Gabriel matou na descarga do buzão quando estavamos voltando rs, ah, vale lembrar do que ninguém esquece né, foi ela a bendita que fez xixi no meio de uma apresentação, hauhauhau. A Carolina Bombom foi uma história também, chamava atenção sempre, uma morenassa linda e sambando ainda, ganhou um convite para estagiar em um lugar super chic demais, ganhou de um chef de cozinha que era brasileiro, Eduarda, não falei muito, mas lembro dela, por ter começado a falar com ela lá e ter confeçado que eu não gostava dela antes, lembro que ela filmou algumas coisas também e que passou seu aniversário de quinze anos lá, Lorena começou um romance na Alemanha e ficou de namorico a viajem toda, lembro disso, rs e tbm do susto que ela me dava toda vez que batia aquele prato na música ' O guarani', Leticia Tita, ah quem não lembre que ela cantava em alemão sozinha? Cristiane, maluquinha, era o par da Mayara na dança das pequetitas, Darline, a negra que sambava com o Romolo, davam show, Suelem, a unica que não conseguia chorar se saudade dos famíliares rs, Talita não sabia tocar e balançar ao mesmo tempo, e, ah, a menina que não dorme mas iberna rs, Caroline, a salvação de umas meninas, foi a unica que levou a prancha, Mariana a calada e com toda certeza a que menis tinha ar no cerebro, cara a menina não podia encostar em nada que dormia rs, Larissa so vivia rindo e fofocando com a Gislene, a medrosa que veio pedir para dormir em nosso quarto um dia rs, Gislene mais uma fraca, ficou doente tbm lembro disso, Romolo, tocava muito pandeiro, e sempre nos fazia rir, Felipe Araújo, não lembro dele na viajem rs, e é isso que me lembra ele o simples  fato de ter esquecido que ele tinha ido, Luis Felipe Coti, tadinho o que mais carregava malas e tudo, quebrou as costas disso e tem medo de altura rs, Felipe Chagas, o caso da Lorena, ele quem beijou o Feliz confundindo com ela, toca muito pandeiro, Eric, o mais lesado de todos so vive batendo aquela lyra, esqueceu a camera na Alemanha --' rs,  André Teles, o que brigou com as meninas e teve medo dos brinquedos do parque rs, Felix, o chatinho, implicante que defendia o Piolho, roubou varios copos de lá e beijou o Chagas achando que era a Cristiane rs,  Wellington piolho, o que errava as notas mais que a preta do leite, me irritava rs, Anderson, conheci e comecei a falar com ele lá, o que pegou uma alemã, Vinicius Galo, tdo que se pode imaginar, o que so tinha uma calça, o que não carregava nada, o que tarava as meninas e o que esqueceu o passaporte em casa no dia de viajar --',  Iago, o que tentava falar igual ao professor de alemão, tentava acalmar as meninas e tocava muito e Gabriel, o que passou muito mal no avião, o mais calminho que cantava no lugar da Tita caso ocorresse algo.
Bom esse é meu grupo e cada coisa que me lembra eles, tem os professores também, Eliane, como ja disse, nossa segunda mãe, acabou caindo e até hoje vive com conseguencias desse tombo, Ronaldo, o tiozão, que até dançava a dança das pequetitas, muito especial, o Heiko, o professor chat de alemão que se tranformou outra pessoa na viajem, ele quem chorava com a gente e mostrava carinho e amor.
continua..

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