3 de junho de 2010

minha bebê, Bruninha.

Meu brigadeiro quase doce. Quem olha e não convive ja tira de cara que não é mesmo um bebê calminho dentro de casa. Danada? É apelido! Quer tudo do jeito dela, da forma que ela quer tem que ser. Acha qu manda na casa, vê se pode. Falta da ordens no pai (que faz todas as vontades) e na mãe (corujona), mas na 'rimã' como ela chama, nem tenta rs.
-Manhê, posso ler uma revistinha da Zizih? so uma.
- Posso minha filha.
- Mas mãe, a Zizih disse que eu so posso mexer ai, quando ela tiver em casa.
- Mas a mamãe ta filha, eu olho você.
-Não mãe, liga p. ela.
E não é que ela fez minha mãe me ligar mesmo apenas para perguntar se ela podia ler meu gibi? rs.
É demais mesmo, minha filha, meu bebê, meu xodó, meu coração, aaah como eu amo! Você é tão pequena e ja me parece tão grande.. Ainda mais quando eu lembro daqueles dias (2oo6) em que ..
Eu vinha da escola correndo, te buscava na casa da sua dinda e tomava conta de você a tarde toda, ficava quase uma hora com você no colo até você dormir, quando te colocava na minha cama você abria o berreiro, rs. Quando estava perto da hora de voê acordar, eu ja tinha quer ir fazer seu minguar e tinha que está prontinho na mamadeira rs. A pior lembrança rs limpar sua fralda, ah ninguém nunca me ensinou, mas eu ja tinha visto e ja tinha passado isso com a Carol então com você foi mais fácil, fazia com todo carinho e amor, e ainda faço né ¬¬ quando você resolve que não sabe se limpar e não tem nem vergonha de me chamar, com 4 anos uma mocinha já rs. Ai como eu te amo..
Não quero que você cresça, quero você uma bebê linda, gostosa, maravilhosa, perfeita, chata, aaah tudo isso. Eu te amo muito Bruninha, meu sangue!
Minha preta, minha irmã. EU TE AMO.

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