10 de setembro de 2013

Quase devaneios, namorados, amores, paixões e amizades.

Me perguntaram porque eu deixei uma pessoa tão boa para entrar em um outro relacionamento, me questionaram, de não entenderem o motivo que eu tive para sair de um relacionamento com um grande 'rei' se não era para estar vivendo uma vida de babado e confusão no meio de outros solteiros.
Minha resposta foi simplemente: 'não sei!'

Cheguei mais cedo em casa, fui na geladeira procurar minha garrafa de vinho, que sempre está pela metade esperando que eu chegue em casa na seca de mais um copo. Mas ela não estava lá, alguém chegou antes de mim e isso não me irritou como normalmente deveria irritar.

Enchi um copo com coca-cola sem gás que deixaram no lugar, naquela caneca que eu segurava tinham duas pessoas estampadas em um desenho mal feito, que me trouxe um sorriso no rosto quando reparei nos meus olhos e no cabelo dele, tem uma data ali e atras uma canção, encarei aquela caneca por uns 2 minutos, então me veio a lembrança daquele questionamento.

Eu estava alí, deitava, com roupas leves e encarando uma caneca pela metade, talvez se fosse o vinho dentro dela, eu refletiria mais nessa situação, mas quando reparei bem ao meu redor, não tive duvidas de tudo aquilo que eu estava sentindo. Não fui obrigada a namorar ninguém, nem tive a intenção de magoar ninguém.

Naquele ano eu vivia um relacionamento com um alguém maravilhoso que me fazia cafuné antes de dormir, que escutava meus problemas, lias minhas cartas e fazia piadas do meu cabelo pela manhã. Mas em um relacionamento a pessoa completa seu 'eu' em 50% ja que o resto você mesmo toma conta, e esse alguém fazia parte de uns 25% de mim.

Talvez naqueles outros vinte e cinco por cento se escondia um fogo, uma paixão, uma loucura, uma maturidade, um encantamento, que bom... Eu não procurei em outro alguém, ele simplesmente apareceu e eu recebi o que me faltava.
Eu não escolhi, escolhendo ficar com alguém. Eu vivi e deixei acontecer, eu me sinto tão bem, tão completa, talvez até hoje não consiga ainda responder esse questionamento, irei lhe contar uma história e cada vez, ela terá diferentes versões, mas no final eu estou querendo dizer a mesma coisa. Amor, nunca acaba, ele apenas se modifica, eu amo, eu sei amar e o que é amar, mas o amor existe de diversas formas e aquele amor não era o que eu precisava, não naquele momento. Renato de Almeida Romar e André Luis Brito da Cruz

Um comentário:

  1. Como sempre lindo texto...
    Amiga eu não sei se vou fazer o amigo oculto este ano, minha vida anda uma correria só, mal tenho tempo de atualizar o blog como eu gostaria...
    Mas quem sabe..
    Beijos!!!
    nailmypassion.blogspot.com.br

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