7 de fevereiro de 2014

No porta malas guardei o presente que eu lhe comprei!

Eu quero sair correndo, fugir um pouco, aprender a dirigir, pegar um fusca e voar pela estrada com um som no último volume. Comigo, eu qero apenas meus pensamentos como companhia. No porta mala eu guardo o presente que eu lhe comprei neste natal, eu queria lhe encontrar e lhe entregar, mas a sua cabeça dura e sua ignorancia acabou criando um muro alto e sombrio entre nós dois.

Meu estofado está tão novo e as únicas marcas que eu deixei cair sobre ele foram as gotas de algumas ínuteis laágrimas que insistem em cair e deixar um caminho no meu rosto. No banco de trás não levo amigos e naquela mochila verde guardo duas garrafas de bebidas alcoolicas.

Elas com certeza não vão deixar meus pensamentos organizados, não vão conseguir montar esse quebra cabeça que é minha vida, mas vão me distrair pelo menos pelo tempo que eu preciso. Estou sendo covarde eu sei, geralmente eu subo no ringue e luto.

Porém, eu ja estou tentando ganhar essa batalha a uns meses e não consigo, irei enlouquecer, preciso de uma pausa, necessito respirar, tentar não pensar nisso, ou pensar de uma maneira diferente. Ja comecei a achar que essa guerra na verdade é comigo mesmo.

Enquanto eu me escondo eu lhe escreverei cartas, quem sabe você não muda seus pensamentos e resolve voltar atras? No fundo eu sei que você tem razão e você está certo, sim eu sei, mas não deveria agir assim dessa forma, a maneira como a gente diz até mesmo um 'adeus' magoa literalmente para sempre!

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