20 de agosto de 2016

Um amor a ponto de matar.

Acorda Julieta, o dia hoje amanheceu nublado, mas quando teu interior está em paz, até uma nuvem carregada parece o brilho do sol. Sabe, estava aqui viajando nos meus pensamentos e lembrei de quando você me contou o quanto gostava daquele menino de pele morena, você vivia dizendo que não sabia o que era amar, mas acreditava plenamente no amor.

Tantas vezes te vi chorar escondida por promessas de amor que tinham atitudes tão controversas as juras  que ele te fazia. Ah, Julieta, inumeras vezes eu te disse que aquele amor era perigoso demais. Desculpar erros, aceitar situações, engolir a seco cenas e comentários cruéis, não são caracteristicas do amor. Eu disse que sua situação parecia doença, você não podia aceitar o que ele lhe fazia passar.

Tão curioso como gato atras da porta, era o romance de vocês. Não sabia se mais uma vez acreditava e ficava, ou se enfretava as consequencias e tentaria morrer de amor. 'Morrer de amor', á quanta bobeira, a gente sempre acha que vai de fato morrer, que a depressão nunca vai passar e que nunca mais conseguirá parar de comer doces e chorar vendo filmes romanticos.

Mas olha aí, o mundo girou e em menos de uma vida você se reergueu. Julieta, Julieta, cuida desse teu coração, pois mulher nenhuma merece humilhação pelo amor que for, pelo preço que for, pela vida que for!

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