23 de fevereiro de 2014

Meu Lucca ♥

Você fica feliz, chora, sente medo, cria diversas duvidas, acha que agora vai e enorme, não sabe o que fazer, que comprar tudo, que aprender tudo sobre o universo das grávidas e dos bebês, sente uma alegria sem fim, sente um nó na garganta e chora de novo.

é exatamente assim quando você é pego de surpresa e é informado que apartir daquele dia existe uma vida na barriga de alguém que você ama o qual vai te ter como segunda mãe. Uma vida dentro de uma vida, quem disse que dois corpos não ocupam o mesmo espaço? Ah, a ciência não está com nada, ainda mais perto das obras de Deus.

Deus... meu mestre, meu pai, meu Senhor, meu melhor amigo, eu acho que ele começa a gir muito antes e lá na gravidez da nossa princesa Isabella Victória nossa amizade começou, hoje cá estou eu, emocionada ao escrever que depois de tanto medo, sufoco, dor, choro, dias, semanas e meses, nosso filho nasceu.

''Lucca, prazer, eu sou sua madinha, eu beijei você por dias enquanto estava na barriga da sua mamãe, imaginei seu rostinho durante varias noites, me preocupei com sua saúde quando você absorveu o sofrimento da sua mãe e resolveu nos assustar... Eu te abracei através dela, chorei ao deixar vocês naquela maternidade fria sozinhos e rezei durante horas para que tudo desse certo!

Eu sou apaixonada por você desde o dia em que soube que estava a caminho e a cada novidade sua eu me apaixonada mais, como na primeira vez que senti você chutar, como na primeira vez em que te vi naquela telinha pequena enquanto sua irmã zoava o plantão dentro da sala médica, como aquela vez que fomos correndo para o hospital e era o primeiro alarme falso e principalmente hoje, quando pela primeira vez te coloquei nos braços.

Não vou falar do futuro agora, eu nem sei o que está se passando dentro do meu coração, mas não pensei que o amor ia tão além do que eu já sentia e você me mostrou que sim, eu te amo muito meu pequeno e vou estar sempre por aqui, meu Príncipe!!''

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20 de fevereiro de 2014

Um brinde, um verdadeiro brinde!

Me embebedei ontem, embriaguei, fiquei doidona, sai da linha, me extasiei, nem consegui fazer o quatro deitada no chão da sala que eu cai, quem dirá de pé. Lembrando do chão, era de taco, deve está registrado no meu pensamento porque me lembra a primeira casa que eu morei.

Bons tempos. Ah essa casa, Quantas lembranças... Com certeza foram essas lembranças que me fizeram chorar ontem deitada de bruços naqueles tacos. Minha memória está com falhas, mas meu amigo estava lá comigo e fez questão de me lembrar de cada segundo daquela noite.

Ele foi me visitar para me socorrer da depressão, ele sabia que tinha esse poder, quando ele chegou lá eu já estava no caminho do sexto copo, vai saber. Ele não costuma se render a meus encantos, mas entendeu que ontem eu precisava apenas disso, por isso brindou aquele copo de botequim comigo!

- Aos problemas que vão ser esquecidos por essa noite, ainda vão existir amanhã, mas não nos causará depressão!

Eu lembrei de como nos conhecemos ele riu e me chamou pelo apelido que tinha me concedido nessa mesma época. Ele riu das minhas fotos antigas, lembrou de todos os meus defeitos, me olhou novamente e fez questão de dizer que eu não havia mudado em nada, claro que começamos a rir.

Uma verdadeira conversa jogada fora que em uma frase, metade eram apenas risos e boas lembranças. Eu não sei em que momento o game over me chamou, mas eu sei que ao amanhecer ele estava deitado ao meu lado naquele chão de taco molhado e ao abrir os olhos ele sorriu e me abraçou forte! Um brinde, um verdadeiro brinde!

ps: eu tenho certeza que você leu e achou que essa história aconteceu comigo, mas 
faço questão de dizer que é apenas mais um texto literalmente criado, 
inspirado em muitas pessoas juntas. 
Inclusive, você pode ser uma delas!

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7 de fevereiro de 2014

No porta malas guardei o presente que eu lhe comprei!

Eu quero sair correndo, fugir um pouco, aprender a dirigir, pegar um fusca e voar pela estrada com um som no último volume. Comigo, eu qero apenas meus pensamentos como companhia. No porta mala eu guardo o presente que eu lhe comprei neste natal, eu queria lhe encontrar e lhe entregar, mas a sua cabeça dura e sua ignorancia acabou criando um muro alto e sombrio entre nós dois.

Meu estofado está tão novo e as únicas marcas que eu deixei cair sobre ele foram as gotas de algumas ínuteis laágrimas que insistem em cair e deixar um caminho no meu rosto. No banco de trás não levo amigos e naquela mochila verde guardo duas garrafas de bebidas alcoolicas.

Elas com certeza não vão deixar meus pensamentos organizados, não vão conseguir montar esse quebra cabeça que é minha vida, mas vão me distrair pelo menos pelo tempo que eu preciso. Estou sendo covarde eu sei, geralmente eu subo no ringue e luto.

Porém, eu ja estou tentando ganhar essa batalha a uns meses e não consigo, irei enlouquecer, preciso de uma pausa, necessito respirar, tentar não pensar nisso, ou pensar de uma maneira diferente. Ja comecei a achar que essa guerra na verdade é comigo mesmo.

Enquanto eu me escondo eu lhe escreverei cartas, quem sabe você não muda seus pensamentos e resolve voltar atras? No fundo eu sei que você tem razão e você está certo, sim eu sei, mas não deveria agir assim dessa forma, a maneira como a gente diz até mesmo um 'adeus' magoa literalmente para sempre!

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6 de fevereiro de 2014

Esquece eu volto nunca mais!

Simplesmente foi embora, deixou um ''by by'' anotado em um guardanapo preso a minha geladeira. Mentira., tudo uma grande ilusão dos meus sonhos, você nem se quer deu o trabalho de dizer tchau. Da maneira mais curta possível simplesmente me enviou ''porra mas agora eu não tenho mais vontade de nada''. Imagina só se eu estivesse apaixonada?

Fiquei sem teus beijos e estou percebendo que pra você não faz diferença não saborear os meus, deixei de ser alguém importante para você, se é que em algum momento fui, mesmo te proporcionando belas aventuras.

Teu perfume ficou aqui, está no meu corpo, está junto a minha cabeça, entre um milhão de meias palavras, meios sentimentos, meias verdades e meios momentos. Eu sei que me descontrolei, mas tudo está entrando em órbita e agora sua ausência e o modo como ela chegou, não me dói tanto, irei passar você como água no vinho.

Tenho certeza que em algum momento você lembra dos fatos. Porém de uma maneira doce, não como você fez, te escrevo agora. Confesso que não tenho muita vontade, mas essas palavras são a mais pura verdade... Você poderia ter sido um pouco mais criativo e aprender a dizer 'adeus'. Se um dia se lembrar, faça forças pra esquecer, espera eu volto nunca mais!

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